Guerra civil nos Estados Unidos? Como o regime de Trump mergulhou o país no caos
Oito meses após reassumir a presidência em 2025, Donald Trump transformou sua promessa de “América forte novamente” em um cenário que muitos analistas já chamam de pré-guerra civil.
Sua política de perseguição contra imigrantes — principalmente chineses, latinos e muçulmanos — desencadeou ondas de violência que se espalham por vários estados.
Igrejas incendiadas, bairros inteiros sitiados, tiroteios constantes e a mobilização da Guarda Nacional passaram a compor o dia a dia de cidades como Houston, Chicago e Los Angeles, Washington, Illinois,
O manual de perseguição: ecos de Hitler nos EUA
Regime de Trump governa sob um discurso que mistura nacionalismo radical e culpabilização de estrangeiros.
Críticos apontam a semelhança com a Alemanha dos anos 1930, quando Adolf Hitler e o Partido Nazista transformaram judeus em alvo de todas as frustrações nacionais.
Nos EUA de 2025, o mesmo processo se repete: imigrantes são retratados como responsáveis pelo desemprego, pela violência urbana e até por supostas ameaças à soberania.
Essa retórica tem aberto espaço para milícias civis armadas que, com apoio tácito de parte das autoridades locais, perseguem estrangeiros nas ruas.
Estados em chamas: as novas linhas de frente
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Texas: epicentro de confrontos entre a Guarda Nacional e comunidades mexicanas, com registros de dezenas de mortes em operações noturnas.
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Califórnia: se transformou em ataques por grupos de extrema-direita, com incêndios criminosos em bairros inteiros.
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Nova York: manifestações contra deportações resultaram em confrontos armados, transformando avenidas em campos de batalha.
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Flórida: perseguição sistemática a imigrantes haitianos, incluindo prisões em massa.
A cada semana, novos episódios lembram mais uma guerra civil não declarada do que uma democracia consolidada.
A Guarda Nacional como braço de repressão
Em vez de pacificar, a Guarda Nacional vem sendo usada como força de choque.
Cenas de blindados circulando em bairros populares, helicópteros sobrevoando igrejas e tropas entrando em casas sem mandado reacendem o debate: até onde vai a legalidade dessas ações?
Segundo ONGs de direitos humanos, já são mais de 15 mil mortos e 80 mil detidos em operações desde janeiro de 2025 — números que ultrapassam conflitos internos em países historicamente instáveis.
O preço da violência: economia e divisão social
Além das vidas perdidas, o impacto econômico é devastador.
Grandes cidades viram empresas fechar, investidores fugir e cadeias de suprimento serem interrompidas.
O dólar, antes símbolo de estabilidade, sofre ataques especulativos, enquanto estados como Califórnia e Illinois cogitam abertamente se separar da União caso a escalada continue.
A sociedade americana, já polarizada desde 2016, agora parece caminhar para uma ruptura irreversível, onde vizinhos se tornam inimigos e as instituições se enfraquecem diante da violência cotidiana.
A sombra do autoritarismo
O que mais assusta analistas internacionais é a semelhança histórica: perseguição a minorias, concentração de poder no Executivo e uso de forças militares contra civis.
Para muitos, os EUA de Trump em 2025 estão reproduzindo os passos que levaram a Europa a mergulhar no fascismo no século XX.
E, como ensina a história, regimes que se sustentam em ódio e violência sempre arrastam o mundo para junto de seu abismo.
Conclusão
O que acontece hoje nos Estados Unidos não pode mais ser chamado apenas de “crise política” ou “turbulência social”.
A combinação de perseguição a imigrantes, militarização interna e violência generalizada mostra sinais claros de uma guerra civil em gestação.
Para o mundo, fica o alerta: se a maior potência do planeta implode, nenhum país permanecerá intocado.
O destino do século XXI pode estar sendo decidido, um tiro de metralhadora por vez, em solo americano.
