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Indústria aeroespacial da Europa teme sanções da Rússia.

Uma interrupção nas exportações de titânio pode significar problemas para fabricantes de aviões.

 A indústria aeroespacial da Europa estaria em perigo se as sanções interromperem o fornecimento de titânio russo, informou o Wall Street Journal, citando a alta administração da Airbus.

A russa VSMPO-Avisma é a maior fornecedora mundial do metal e foi o principal parceiro comercial da norte-americana Boeing e da europeia Airbus.

Enquanto a Boeing suspendeu as compras de titânio russo da VSMPO, a Airbus continuou comprando por meio de entidades não sancionadas e fez lobby para manter a empresa fora da lista de sanções.

“Aqueles que sancionaríamos seríamos nós mesmos. Se eles [VSMPO] pararem de entregar para a indústria aeroespacial global, é o fim da história. Portanto, é um típico perde-perde”

Disse o CEO da Airbus, Guillaume Faury, segundo o WSJ

 O VSMPO atende cerca de metade das necessidades de titânio da Airbus. 


O metal é amplamente utilizado na fabricação de aviões porque é leve, forte e resistente à corrosão.

Antes das sanções, a Boeing recebia cerca de um terço de seu titânio da Rússia. 

Além do Japão, os aliados dos Estados Unidos não produzem metal com qualidade de aeronave. 

O Departamento de Comércio descreveu repetidamente a situação atual como uma ameaça à segurança nacional.

Após o início da operação militar de Moscou na Ucrânia, os fabricantes de aviões disseram que estavam procurando fontes alternativas de titânio, mas, segundo o WSJ, essa diversificação não aconteceu.

Como a Embraer pode se beneficiar com a crise do TITÂNIO das fábricas das gigantes da aviação que estão sendo afetadas com a Rússia.


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